Pium, sábado 17 de novembro de 2018

Política

Espiões cubanos terão de abandonar o Brasil após a posse de Bolsonaro, ele deve tocar pra fora do País os espiões de Cuba e Venezuela

09/11/2018 11h09

Diário do Poder O general da reserva Augusto Heleno, indicado para ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI)

Redação

.Logo após a posse do presidente Jair Bolsonaro, em janeiro, o governo terá de enfrentar um problema simbólico: a retirada imediata, talvez mediante expulsão, de centenas de espiões cubanos, em sua maioria, e também venezuelanos instalados no Brasil durante os governos Lula e Dilma.

A maior parte dos “agentes de inteligência” de Cuba chegou ao Brasil em meio aos dez mil cubanos do programa “Mais Médicos”. A ditadura usa seus médicos e também os agentes como mercadorias.

Arapongas cubanos vigiam os compatriotas do “Mais Médicos” e ao mesmo tempo monitoram as autoridades brasileiras dos três poderes.


Diário do Poder


   

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