Pium, domingo 19 de agosto de 2018

Agronegócios

Demanda aquecida e baixa oferta elevam preço do arroz no mês de julho, aponta levantamento do Indicador Esalq/Senar

01/08/2018 15h18

Secom - TO De 29 de junho a 31 de julho, o Indicador ESALQ/SENAR-RS, 58% de grãos inteiros registrou elevação de 6,56%, fechando a R$ 43,36/sc de 50 kg no dia 31.
 
Apesar das queixas quanto à dificuldade de repasse das altas do casca ao fardo e do enfraquecimento no ritmo de vendas ao setores varejistas e atacadista dos grandes centros em julho, várias indústrias buscaram lotes de arroz depositado e arroz “livre” para repor seus estoques.

Com indústrias presentes no mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul e orizicultores vendendo lotes apenas com necessidade de “fazer caixa”, ou direcionando para a exportação, o preço médio do arroz subiu em julho, conforme indicam dados do Cepea.

Apesar das queixas quanto à dificuldade de repasse das altas do casca ao fardo e do enfraquecimento no ritmo de vendas ao setores varejistas e atacadista dos grandes centros em julho, várias indústrias buscaram lotes de arroz depositado e arroz “livre” (depositado nas propriedades rurais) para repor seus estoques.

Para isso, beneficiadoras, tanto do RS como de SP, MG e GO, aumentaram suas ofertas para efetivarem negócios.

O ALGODÃO

O avanço da colheita da safra 2017/18 e a redução das ofertas de compra de novos lotes no spot por parte de indústrias pressionaram as cotações da pluma no mercado interno em julho, de acordo com informações do Cepea.

No acumulado de julho, o Indicador do algodão em pluma CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, recuou 7,57%, fechando a R$ 3,3303/lp nessa terça-feira, 31. Nos últimos sete dias (de 24 a 31 de julho), o Indicador registrou baixa de 1,24%.

Quanto às negociações futuras, agentes estiveram mais presentes no mercado na segunda quinzena de julho, período em que os preços internacionais registraram altas.

A liquidez é maior para entregas nos mercados doméstico e exportação, envolvendo especialmente lotes da safra 2018/19, mas também foram captados negócios com a pluma das temporadas 2017/18 (atual) e 2019/20.

(Do Cepea/Esalq)

   

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