Pium, terça 12 de novembro de 2019

Agronegócios

“Produtor pagou a conta”, afirma presidente da Aprosoja-TO sobre prejuízos causados por toxina que derrubou exportação de milho

04/02/2019 02h38

Embrapa Em volume, a queda das exportações ficou em patamar semelhante, caindo 74,94% em 2018 na comparação com 2017
 
Vendas externas despencaram 72,34% em 2018 ao comparar os resultados do ano anterior. Em dinheiro, enquanto em 2017 o Estado vendeu US$ 53,31 milhões (R$ 201,51 milhões) de milho para o exterior, no ano passado o valor ficou em US$ 14,74 milhões (R$ 55,74 milhões).

Em volume, a queda das exportações ficou em patamar semelhante, caindo 74,94% em 2018 na comparação com 2017. Buffon: “O mercado de exportação é muito importante e traz dinheiro novo, dinheiro de fora que é investido no Estado” (foto: CNA)

Uma toxina detectada nas lavouras de milho do Tocantins no ano passado resultou na queda brusca das exportações do grão do Estado. “Os prejuízos são imensos. Como não tem mercado de exportação, o mercado interno ficou com preço muito difícil de trabalhar. E o produtor que acaba pagando a conta. Quando só tem a opção do mercado interno o preço do milho fica barato, acaba não remunerando bem”, afirmou o presidente da Associação dos Produtores de Milho e Soja do Tocantins (Aprosoja-TO), Maurício Buffon, em entrevista ao Norte Agropecuário no Rádio na UFT FM.

As negociações externas feitas pelos agricultores do Tocantins despencaram 72,34% em 2018 em relação a 2017. Em dinheiro, enquanto em 2017 o Estado vendeu US$ 53,31 milhões (R$ 201,51 milhões) de milho para o exterior, no ano passado o valor ficou em US$ 14,74 milhões (R$ 55,74 milhões).


Norte Agropecuário

   

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