Pium, quarta 22 de novembro de 2017

Agronegócios

Em 9 meses, Tocantins exportou R$ 675 milhões a mais que todo o ano de 2016; China segue como maior comprador do Estado

07/11/2017 05h40

Aldemar Ribeiro - Secom/TO No caso da China, por exemplo, 98,74% das exportações são da oleaginosa
 
DANIEL MACHADO
DE PALMAS

Os exportadores do Tocantins têm muito a comemorar. O ano de 2017 é de excelentes resultados financeiros na comparação com 2016. De janeiro a setembro, o Tocantins comercializou ao exterior a quantia de US$ 836,64 milhões (R$ 2,77 bilhões). O valor é US$ 203 milhões (R$ 675,33 milhões) superior ao acumulado em todo o ano de 2016.

Os dados foram consultados pelo Norte Agropecuário no sistema Alice Web, maior portal com informações oficiais de comércio exterior do Mercosul. No Brasil, o mecanismo é administrado pelo Ministério de Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

Como ainda faltam computar três meses, a tendência é que a diferença de 2017 para 2016 fique muito maior. Percentualmente, já há uma elevação de 32,2% dos três primeiros trimestres deste ano em comparação com todo o ano de 2016.

MAIOR COMPRADOR

O maior comprador do Tocantins é a China. Nestes nove meses o país adquiriu mais de meio bilhão de dólares do Estado (US$ 504,37 milhões – o equivalente a R$ 1,67 bilhão). Em relação a 2016, a China mais do que dobrou a compra de produtos do Tocantins apenas de janeiro a setembro. No ano passado, o país havia comprado US$ 237,88 milhões.

Outro fator importante a se considerar é a importância do peso total dos chineses nas exportações do Estado. De tudo que o Tocantins vendeu para o exterior, 60,29% foram para esse país.

SOJA LIDERA

Como sempre, a soja é o principal produto tocantinense exportado. No caso da China, por exemplo, 98,74% das exportações são da oleaginosa.

Muito atrás da China, na segunda colocação dos exportadores do Tocantins aparece a Espanha, com US$ 73,3 milhões. Deste total, 82,52% é de soja.

A SAFRA

Um dos fatores que explica os resultados altamente positivos de 2017 é a melhora da safra. Houve uma quebra de safra, com grande redução da colheita em 2016. Em 2017, a situação tem sido diferente, com recorde de produção.


Norte Agropecuário

   

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