Pium, sábado 17 de novembro de 2018

Agronegócios

Investimentos em tecnologia e genética fazem carne do Tocantins ganhar cada vez mais mercados externos exigentes,

22/10/2018 11h08

Faet / Senar Tecnologia
 
Frederico Sodré afirma ao Norte Agropecuário no Rádio que empresários estrangeiros estão interessados em firmar parceria para produzir a carne no Tocantins. E há frigoríficos se adequando, contratando muçulmanos para trabalhar em suas plataformas de abate.

Investindo cada vez mais em tecnologia e genética, pecuaristas do Estado têm conquistado os mercados mais exigentes para uma carne tocantinense, como os países asiáticos, árabes e da América do Sul. Nessa semana, o Norte Agropecuário noticiou com exclusividade que Hong Kong, uma região especial da China, é a maior compradora de carne do Tocantins. Só neste ano foram US $ 126,14 milhões em negócios. Em dinheiro, percentual subiu para 69%. A segunda colocação em dinheiro entre o comprador está no Egito (US $ 10,58 milhões). Em terceiro, Jordânia (US $ 6,26 milhões); e, em quarto, o Chile, com US $ 5,81 milhões.

Para o superintendente-adjunto do senado rural de Tocantins, Frederico Sodré dos Santos, o mesmo deve fazer-se com outros fatores, ao mesmo tempo em que se faz sentir o comportamento da tecnologia e da capacidade produtiva do Estado. “Os investidores têm aumentado a demanda de mercado para atender a demanda dos países mais exigentes. Isso é muito mais do que os negócios ”, declarou, em entrevista ao Agropecuário Norte no Rádio deste domingo, na UFT FM.

Ao comentar sobre os mercados árabe e asiático, o integrante do sistema Faet/Senar destacou que se trata de um polo importante, com 1,8 bilhões de pessoas. E cada vez mais esses países têm olhado para o Tocantins. “Mercado árabe é muito importante para o Tocantins, para o Brasil. Há empresários interessados em firmar parceria para produzir a carne aqui mesmo. E há também frigoríficos se adequando, contratando muçulmanos para trabalhar em suas plataformas de abate de animais”, afirmou.

Frederico Sodré destacou ainda o trabalho da Faet (Associação da Agricultura do Estado do Tocantins), que procura restringir as relações com outros países para vender os produtores tocantinenses para o exterior. O trabalho é feito junto com o governo do Estado, a Federação das Indústrias do Estado do Tocantins e outras instituições. Ele lembrou o fato, por exemplo, de uma CNA (Associação de Agricultura e Pecuária do Brasil).

FAET

   

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